Crianças Índigo e o Feng Shui

Muito se tem falado sobre as crianças índigo. Toda uma geração de crianças com características que não estávamos acostumados a encontrar em crianças até pouco tempo atrás. Muito perspicazes, já nascem olhando nos olhos, falam e andam mais rápido do que há uma década, surpreendendo os pediatras. Uma das características dessas crianças é a sua grande sensibilidade que quando mal compreendida pode gerar muitos transtornos a elas.

Ao longo de vários anos de prática e compartilhando experiências com outros consultores de Feng Shui Tradicional Chinês em todo o mundo, pudemos observar como as energias dos ambientes influenciam mais agudamente essas crianças. Por serem muito sensíveis, rapidamente percebem quando estão em um local desfavorável e ficam muito inquietas. Quando são obrigadas a permanecer por várias horas nestes locais, em casa ou na escola, logo se tornam agitadas, irritadiças, desconcentradas, chegando a ficar doentes. Em compensação, assim que o ambiente é harmonizado ou são deslocadas para um local sadio, com a mesma rapidez recuperam sua serenidade e sua saúde.

Isso acontece, naturalmente, com todas as crianças, por possuírem uma estrutura energética mais delicada, mais vulnerável que a dos adultos. Apesar disso, ao longo de vários anos de estudos, notamos que as mesmas crianças que podem ser classificadas como índigo, são também aquelas que apresentam reações mais acentuadas e mais rápidas às energias dos ambientes.

Há alguns anos analisei o apartamento de uma cliente que tinha uma filha de seis anos. Desde o nascimento a menina nunca havia dormido bem, custava a pegar no sono e assim que se tornou um pouco mais dona de si, insistia em dormir no sofá da sala. Mesmo quando os pais estavam com a TV ligada, ela conseguia dormir tranqüilamente neste local. Caso fosse obrigada a dormir no quarto tinha o sono inquieto e cortado por pesadelos freqüentes. Também era uma menina bastante irritadiça e até um pouco rebelde. Analisando o Feng Shui do imóvel constatei que no quarto da menina predominavam energias extremamente prejudiciais à saúde física e mental que poderiam, inclusive, comprometer o desenvolvimento intelectual da menina. Sugeri algumas curas para amenizar um pouco o problema e recomendei que se mudassem de apartamento, já que não havia outro quarto disponível para colocar a criança.

Algum tempo depois, a família se mudou para um novo imóvel. A mãe, angustiada, já previa a dificuldade que seria fazer a menina dormir, na primeira noite, em um quarto novo com o qual ainda não estava acostumada. Imaginava que o problema de sono fosse uma característica de sua filha. Para sua surpresa, nesta primeira noite, ainda com a desarrumação inevitável em qualquer mudança, a menina pegou no sono no instante em que se deitou na cama e dormiu a noite inteira, tranqüilamente. Só então a mãe pôde tomar consciência de como o antigo quarto influenciava negativamente sua filha. As noites que se seguiram foram tranqüilas como a primeira e continuam sendo assim há mais de dois anos.

Este é somente um dos vários casos que tenho acompanhado, em que venho observando a grande mudança ocorrida em crianças sensíveis quando os ambientes são harmonizados. No exemplo acima, o grau de nocividade do ambiente não poderia ser curado, apenas amenizado e por isso recomendou-se a mudança de imóvel. Há casos mais brandos, no entanto, em que é possível adotarem-se medidas harmonizadoras muito eficazes. Estas medidas podem incluir desde uma mudança na posição da cama até a gama de cores predominante no quarto, formatos de objetos e tipos de sons recomendados. São, muitas vezes, soluções simples, mas que fazem uma grande diferença para a criança.

* O termo “crianças índigo” no título deste artigo refere-se simplesmente às crianças da nova era, pois acredito que o significado deste termo, hoje, tenha extrapolado as definições originais de seus criadores. Para mais esclarecimentos, veja debate nos comentários.

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10 Comentários
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Cara Aline
Sou Professora e vejo que as instalações escolares são uma das principais causas da dificuldade em se trabalhar, trocar energia e obter algum sucesso na relação ensino-aprendizagem, vista a construção descuidada dos edifícios destinados às escolas, desde a década de 1970.
Tem, também, as construções provisórias (barracões, galpões) que se tornaram permanentes, o que prejudica em muito a permanência nos locais, quanto mais em se trabalhar e estudar neles.
Algumas escolas procuram arrojo nas construções, se limitando à utilização de cores e formas, nem tanto pela acústica e ventilação, assim como acústica interna e externa.
Seria bom se houvesse interesse em aplicar os conceitos da boa arquitetura em locais de trabalho e estudo, e Feng Shui é um excelente subsídio para isso, pena que confundido com ‘dicas de perfumaria’.
Particularmente penso ser interessante conhecer as causas de dificuldades em se harmonizar com as energias telúricas do ambiente, e pergunto o quanto as antenas de telefonia celular nos afetam, já que até os sinais de TV aberta são prejudicados?
Obrigada!
Comentário de Rita de Cássia — 19 Abril 2007 @ 08:06 |Editar
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Olá Rita,
Obrigada por sua participação.
As ondas geradas pelas antenas de celular são extremamente prejudiciais à saúde. Essas microondas geradas pelas antenas e pelos próprios aparelhos de celular penetram no cérebro infantil mais profundamente do que no cérebro dos adultos, por sua caixa craniana ser mais macia.
Muito pouco se pode fazer para neutralizar estas ondas. O mais importante é esclarecer a sociedade e pressionar o governo para que essas antenas não sejam colocadas próximas a escolas (e na verdade não devem estar próximas a nenhum local onde seres humanos permaneçam).
Outra coisa importante é alertar os pais para que não dêem celulares para seus filhos. Atualmente, a preocupação com a segurança leva os pais a esta atitude, sem que tenham consciência de que podem, com isso, estar colaborando para que seus filhos desenvolvam um tumor no cérebro em tenra idade.
Veja neste endereço – www.geoambiental.org.br – um artigo sobre os malefícios causados pelas antenas de celular.
Um abraço,
Aline
Comentário de Aline Mendes — 21 Abril 2007 @ 20:21 |Editar
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Com relação às Crianças Índigo, eu estou divulgando isso:
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Não se iludam
nós, que estudamos Pedagogia Espírita e trabalhamos com o intento de reformar a humanidade, começando pela nossa casa, temos um compromisso com nossos filhos em educá-los, seja qual for a cor predominante de sua aura.
Cada um de nós tem, em sua aura, as cores que podem ser percebidas por clarividentes ou por recurso tecnológico, como foto Kirlian, e as cores, brilhos e manchas que aparecem, retratando os estado emocional, nível de equilíbrio espiritual, o metabolismo, o humor…
são tantas variantes de tantas cores, de cada região com cada chacra ou centro energético, com sua freqüência de cor específica, que seria IMPOSSÍVEL alguém ter a aura com UMA cor só!!!
A cor Azul é a freqüência de energia que equilibra o Centro Energético (Chacra) da fala, e se situa na região da Laringe e logo acima fica o Centro Energético do pensamento, na região frontal )testa) e a freqüência energética é Índigo, e TODOS NÓS a temos!!!
Como pode alguém tomar algo para mudar seu DNA e se tornar ‘índigo’, se a característica física é moldada pela forma que o perispírito definiu na combinação cromossômica ainda no processo da reencarnação, para que possamos adquirir as características necessárias ao nosso aprendizado nesta existência???
Acorda povo!
Para saber mais, veja esta Mensagem de pessoas que sabem o que fazem pelas crianças nesse mundo:
http://mail12.uol.com.br/cgi-bin/webmail.exe/MENSAGEM_-_Crian��as_Índigo.pdf?ID=IriID4yDGp7afyr5REjSW7C3ViUh7Yyv6aCJyAW5&Act_View=1&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=11331&Body=2&filename=MENSAGEM_-_Crianças_Índigo.pdf
Na Paz
\o/
Comentário de Rita de Cássia — 13 Maio 2007 @ 08:43 |Editar
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Cara Rita,
Concordo plenamente com você a respeito dessa alegada alteração de DNA em pessoas “vivas” ou “encarnadas”. Se é que existe realmente uma diferença de DNA entre os “normais” e os “índigos”.
Só não entendi porque é que você colocou esse comentário aqui, já que não mencionamos em nenhum momento neste artigo qualquer tipo de associação dos índigos às mudanças de DNA, nem mesmo entramos no mérito do que define uma criança índigo, já que este não é o objetivo deste blog, destinado a questões ligadas sempre aos ambientes.
Se você leu meu último comentário, em resposta a um seu anterior, deve ter percebido que dei recomendações gerais, abrangendo TODAS as crianças, e não um tipo especial delas. No artigo principal, se você também o leu, falo que TODAS as crianças são afetadas pelas energias dos ambientes, embora algumas mais do que outras.
Por favor, em seus próximos comentários, mantenha-se fiel ao campo de abrangência deste blog (arquitetura, feng shui, geobiologia e afins), e deixe comentários espiritualistas, embora também muito importantes, para sites, blogs ou grupos que discutam espiritualidade.
Uma outra sugestão que te dou é tentar manter a mente aberta, pois nenhum de nós neste mundo é detentor da verdade absoluta; possuímos apenas de pontos de vista, ou conhecemos diferentes aspectos parciais da verdade. Crer que se sabe “a verdade” sobre qualquer tema, é correr grande risco de se deixar iludir.
O link que você deixou pertence a um serviço de webmail privado e não está acessível publicamente.
Muita luz e harmonia a você!
Comentário de Aline Mendes — 13 Maio 2007 @ 14:10 |Editar
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Olá Aline
Obrigada pela recomendação!
É que eu me empolguei com relação ao assunto “Crianças Índigo”, que é título de seu artigo, portanto, tem muito a ver com o assunto, já que tratamos das energias que envolvem os ambientes onde vivemos, e as energias do corpo, nossa primeira casa, que deve ser respeitada, o que não fazem os ludibriadores que faturam sobre divulgar que crianças mal-educadas serão as salvadoras da humanidade.
Participo da campanha para que as pessoas não se iludam com esse modismo de ‘crianças índigo’, pois muita gente de boa fé está sendo enganada, principalmente as que têm a mente aberta, mas há que se ter discernimento para separar um assunto do outro, principalmente se tiver mais informações para se distingüir o ’sério’ da ‘enganação’.
Eu não penso que tenho o conhecimento da verdade, só quis aproveitar a oportunidade (que seu artigo permitiu, pois muita gente que busca saber sobre crianças índigo, também o lerá) de ajudar as pessoas a se libertarem das enganações.
Com relação ao Feng Shui, há, também, muita enganação na praça, e sei da seriedade de seu trabalho, que não corre o risco de ser confundido com ‘feng shui de perfumaria’…
E gostaria muito de participar de seu curso, mas estou impossibilitada de sair de casa, no momento.
Obrigada pelo espaço de comunicação!
Continue na Luz, iluminando a todos nós!
na Paz
\o/
Comentário de Rita de Cássia — 18 Maio 2007 @ 12:51 |Editar
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Oi Rita,
Você pode colocar aqui, se quiser, links para sites ou arquivos que dêem mais informações sobre índigos. Como por exemplo, o arquivo que você indicou mas que não estava disponível. Só não quero abrir debates sobre índigos que não estejam relacionados à influência dos ambientes sobre eles. Esse sim, é um tópico raro de ser debatido e desconhecido da grande maioria.
Minha forma de atuação é, ao invés de combater o engano, disseminar o esclarecimento. Fazer assim é mais positivo, gentil e eficaz.
Um abraço,
Aline
Comentário de Aline Mendes — 20 Maio 2007 @ 19:40 |Editar
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Oi Aline
Corrijo o acesso para quem deseja se informar mais sobre “Crianças Índigo”, com o ‘link’ direto:
http://pedagogiaespirita.org.br/texto/mensagem.pdf
Obrigada pela oportunidade!
Sempre na Luz, nos iluminando
Abraços
\o/
Rita
Comentário de Rita de Cássia — 2 Junho 2007 @ 00:43 |Editar
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Estive aqui lendo sua pagina,sou de florianópolis,faço parte de um grupo,onde estamos e damos atendimentos as crianças indigo.Gostaria muito de receber material e como voces fazem para tratar,ou tudo o que voces puderem passar para nos ajudar agradeço..obrigada clarice
Comentário de CLARICE — 15 Junho 2007 @ 18:58 |Editar
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Apresento outro ‘link’ para melhor esclarecimentos sobre os perigos e a enganação do modismo ‘Crianças Índigo’:
http://kardec.wordpress.com/
Todas as pessoas são seres especiais, vivendo suas missões na vida, independentemente do rótulo que lhes atribuem, e concordo com a companheira CLARICE, em atender as crianças que, lamentavelmente, recebem essas rotulações:
Índigo,
portadoras de TDAH,
Hiperativas,
para justificar o uso de medicamentos e crescimento da indústria farmcêutica, indefinição do tratamento adequado às crianças que fogem às regras das consideradas ‘normais e equilibradas’, que sabemos ser o
Respeito,
Amor e
Dedicação na Educação e Ensino,
as melhores formas de atender as crianças que, desde o lar, já crescem e são educadas com vazio existencial, pela vida longe das Naturezas Humana e Ambiental, fundamentada pela sociedade consumista.
E agradeço à Aline por este espaço de divulgação, lembrando que o Feng Shui é um meio de se resgatar as Naturezas Humana e Ambiental, com propiedade.
Obrigada!
\o/
Rita
Comentário de Rita de Cássia — 29 Junho 2007 @ 11:45 |Editar
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Link enviado por nossa assídua leitora Rita:
http://kardec.wordpress.com/2007/06/17/criancas-indigo-o-que-e-isso/
Rita,
Obrigada pelos links. Deixemos, agora, que os leitores interessados visitem estas páginas e tirem suas próprias conclusões sobre o assunto.
Na minha opinião, não importa tanto o nome que se dê a essas crianças, e sim o modo como as tratamos.
Os termos Índigo, TDAH e Hiperatividade não precisam ser tomados como rótulos. Podem ser simples classificações, que nos ajudem a saber como lidar com os nossos pequenos. Tenho três filhos, que apresentam tendências a índigos, TDAH e hiperatividade, sendo que em um deles a tendência a TDAH é inequívoca. Todos são tratados com muito amor, compreensão, ambiente equilibrado, homeopatia, e estímulos adequados. Melhor conhecer os “rótulos” e saber o que fazer em cada caso, do que negar a realidade destas crianças “diferentes”, e não saber como ajudá-las a se desenvolverem sadiamente.
Reforço meu pedido para que somente sejam discutidos aqui assuntos relacionados aos “ambientes” em que vivemos.
Muita luz e paz!
Aline
Comentário de Aline Mendes — 13 Julho 2007 @ 15:00 |Editar